O motor do carro geme quando piso fundo no acelerador.
A estrada está deserta, um fio de asfalto se estende à minha frente, e eu não tenho a menor intenção de respeitar o limite de velocidade. O volante vibra nas minhas mãos, a máquina também parece estar querendo mais ação, como se tivesse sede da mesma coisa que eu tenho no meu peito.
Uma hora e meia é a distância do orfanato onde Alexia nasceu, mas em menos de quarenta minutos, estou estacionando em frente ao portão de ferro enferrujado, em