Aurora Backer
Acordo na manhã seguinte e olho para o lado onde Taylor dorme, ele é tão lindo que nem existe palavras para descrevê-lo. Sento-me na cama e o celular dele toca, mas deve está tão cansado que não atende. Atrevo-me a chamá-lo:
— Taylor, seu celular está tocando.
— Volta a dormir, meu amor. — Parei com os olhos arregalados por ele me chamar de amor, embora o celular toca incansável, pego e atendo:
— Alô?
— Tay? — Era a voz da Nadja, e isso já foi motivo para que eu enjoasse.