Suas mãos deslizam pelos meus cabelos, como se fossem feitas para me acalmar, e ele beija o meu rosto devagar, com cuidado. Como um homem que ama uma mulher faria. Esse carinho me atordoa mais do que qualquer beijo ou toque apaixonado. Meu cérebro não consegue processar a doçura do gesto, e, ainda assim, meu corpo se rende mais uma vez.
Logo, eu me perco. Vou sendo levada como uma musicista hipnotizada por sua própria melodia, entrando lentamente naquela bolha de novo. Agora, tudo é doce, quent