Beatriz
Saio de casa cedo, carregando Giulia nos braços, enquanto Rafael ainda dorme. Ele não gosta que eu continue indo ao laboratório, mas já deixamos isso claro e é isso que quero, ainda estou aprendendo a equilibrar minha vida entre mãe e cientista.
Fabrícia, como sempre, me recebe com um sorriso caloroso.
— Não se preocupe, Bia. Giulia está em boas mãos — ela diz, pegando minha pequena.
— Obrigada, Fabrícia. Não sei o que faria sem você — digo, depositando um beijo na testa da minha filha