Priscila
Eu me sento em um banco alto e peço uma bebida leve, algo que uma garota de 16 anos pediria. O barman, já sabe quem sou eu e sabe o que tem que fazer, me olha de cima a baixo e sorri de canto, mas não diz nada. Ele me serve, e eu fico ali, fingindo observar o ambiente ao redor, mas na verdade já estou caçando.
É só questão de tempo até que um deles me encontre.
Lucas havia me avisado. Eles se aproximam devagar, testam as águas antes de se jogarem de cabeça. E eu tenho que estar pronta