Rafael
Saímos da banheira sem trocar mais palavras, guiados apenas pela necessidade um do outro. No quarto, nossas mãos e bocas continuam a explorar, reacendendo uma paixão que parece se intensificar a cada dia.
Na cama, com ela deitada, completamente entregue, desço até chegar entre as suas pernas, ela as afasta e ali começo a dar prazer a minha mulher, chupando, lambendo, sugando, fazendo-a chamar o meu nome e implorar para me ter dentro dela, mas ainda não é hora.
— Rafael, não para! — ela f