Eu balanço a cabeça, determinada.
— Não adianta, Rafael. Não vou sair do lado da minha filha. Você sabe o que eu passei. Ela quase morreu. Eu não a deixo aqui, de jeito nenhum, ela ainda precisa de UTI!
Ele respira fundo, mas vê que não há como me convencer.
— Muito bem, você fica. Mas você vai estar armada, e o hospital vai ser cercado de segurança.
Minha mente entra em alerta.
— Quero minha arma. Agora!
David me encara, surpreso com a firmeza na minha voz, mas não diz nada. Rafael, sem argume