No hospital.
Quando Florence acordou, tudo ao seu redor parecia envolto em escuridão. O medo tomava conta dela, e sua respiração estava acelerada. Ela percebeu movimentos próximos e gritou, desesperada:
— Quem está aí? Quem está aí?
Sua voz saiu rouca, quase irreconhecível. Ela agarrou o que conseguiu alcançar com as mãos e arremessou na direção dos sons, seu desespero congelando todos que estavam na sala.
Ouviu-se um soluço abafado antes de uma figura correr até ela.
— Flor! Flor! Sou