— Precisamos falar sobre o seu pai.
Fiquei olhando para a mensagem até as letras embaçarem, parada no meio da cafeteria com Xavier ainda me observando do outro lado da mesa, a mão dele ainda meio erguida de onde estivera alcançando a xícara.
— Kara. — A voz dele cortou o zumbido nos meus ouvidos. — O que foi?
— O Jeremy. — Virei o telefone para que ele visse, minha mão já não tão firme. — Ele sabe de alguma coisa.
Xavier leu duas vezes. Algo mudou por trás dos olhos dele, rápido e afiado, e sum