Saímos, ou melhor, fugimos. Exatamente isso. Os velhos Spinelli ainda não haviam descido para o desjejum e tivemos como cúmplice a governanta, que nos abordou na porta de entrada, quando saímos apressados e na ponta dos pés.
— O que eu digo para a senhora Caterina?
Paramos segurando a porta, sem nos virar.
— Não precisa dizer nada!— Matteo foi taxativo.
— Mas senhor, sabe como ela é, vai ficar preocupada. Com certeza terei que procurá-los por toda a casa!
Matteo volt