Mundo ficciónIniciar sesiónGustavo
Nossa conversa fluía com uma naturalidade desconcertante sob o luar de Angra. De um lado, eu: vivido, endurecido pela metrópole, acostumado a ver relações como contratos de prazer. Do outro, Larissa: uma menina que exalava inocência, com o romantismo de quem cresceu no interior. No papel, não fazíamos sentido. Na prática, eu não conseguia tirar os olhos dela.— E você se formou em que, Gustavo? — ela perguntou, a voz doce cortando o som das ondas.






