Mundo ficciónIniciar sesiónJady
A neve continuava caindo lá fora quando a noite finalmente chegou. Meu corpo ainda doía do dia inteiro de humilhações, mas nada conseguia me impedir de ir até ele. Eu conhecia cada canto escondido deste castelo. Desci pelos corredores escuros, descalça para não fazer barulho, enrolada num manto velho e furado. O frio atravessava a roupa como facas. Meu nariz, mesmo congelado, captou o cheiro dele de longe: pinho fresco, madeira queimada e algo selvagem, masculino, inconfundível. Orion. Meu companheiro destinado. Entrei no antigo depósito abandonado atrás da biblioteca principal, um lugar esquecido, cheio de caixas velhas e tapetes embolorados. A porta rangeu baixinho quando eu empurrei. O lugar estava vazio. Franzi a testa. — Orion…? Braços fortes me agarraram por trás antes que eu pudesse terminar. Um grito quase escapou, mas uma mão grande cobriu minha boca enquanto um corpo quente e duro colava nas minhas costas. Eu soube imediatamente que era ele. O cheiro me invadiu como uma droga. Virei-me devagar dentro dos seus braços. Orion Kingsley me olhava de cima, imponente, alto, ombros largos, peito musculoso marcado pela camisa aberta, cabelos escuros bagunçados, mandíbula bem definida, olhos prateados brilhando no escuro como os de um predador. O tipo de beleza perigosa que fazia qualquer loba perder o juízo, um rosto angelical com olhar pecaminoso. Ele segurou meu rosto com as duas mãos, polegares acariciando minhas bochechas. Seus olhos se estreitaram. — Você chorou — murmurou, a voz rouca. — Não… — menti, tentando sorrir. Dentro de mim, Zara, minha loba, rosnou baixinho: “Não minta pra ele. Ele é nosso.” Ignorei ela. Orion franziu a testa, tentando invadir minha mente como sempre fazia. Seus dedos apertaram levemente minha cintura, puxando meu corpo contra o dele. — Por que nunca consigo ler sua mente? — perguntou, quase frustrado. Eu sorri, passando os dedos pelo peito dele por baixo da camisa. — Não precisa ler. Você sabe que só penso em você. Ele mordeu o lábio inferior, aquele gesto safado que me deixava molhada no mesmo instante. Sem dizer mais nada, puxou minha cintura com força, colando nossos corpos, e me beijou. O beijo foi faminto. Língua quente invadindo minha boca, dentes mordendo meu lábio inferior, mãos descendo pelas minhas costas até apertar minha bunda por cima do tecido fino. Eu gemi contra sua boca. Ele me ergueu como se eu não pesasse nada e minhas pernas enlaçaram sua cintura automaticamente. Orion me prensou contra a parede fria. Suas mãos entraram por baixo da minha camisola, dedos ásperos subindo pelas minhas coxas, separando-as. Ele gemeu ao sentir que eu já estava encharcada. — Tão molhada pra mim… desejei foder você o dia inteiro — rosnou contra meu pescoço, mordendo a pele. Ele me colocou no chão só o tempo suficiente para tirar minha camisola molhada e abrir a calça. Seu pau pulou livre, grosso, pesado e latejando, era enorme. Mesmo depois de tantas vezes, ainda me intimidava. Orion me virou de costas, inclinando meu corpo contra uma mesa velha, sem preliminares longas, ele segurou meus quadris e empurrou a cabeça grossa para dentro de mim. — Ahh… Orion… você está muito grande hoje… — gemi, apertando os olhos. Ele riu baixinho, voz rouca de desejo, e mordeu minha orelha. — Ainda não entrou nem a metade, querida. Ele segurou meus cabelos com uma mão e meteu mais fundo, centímetro por centímetro, abrindo-me completamente. Eu arqueei as costas, gemendo alto demais. Ele tampou minha boca com a outra mão enquanto começava a estocar forte, fundo, ritmado. — Isso… rebola assim pra mim — ordenou, dando um tapa forte na minha bunda. — Boa garota… toma meu pau inteiro. Ele me fodeu com força, o som molhado dos nossos corpos ecoando no depósito. Depois me virou de frente, levantou uma das minhas pernas e meteu novamente, olhando nos meus olhos enquanto entrava e saía. Seus dedos apertavam minha coxa com força suficiente para deixar marcas. Eu me entreguei completamente. Minhas unhas cravavam nas costas dele, arranhando. Ele chupava meus seios, mordia meu pescoço, metia cada vez mais fundo e mais rápido. — Quando eu assumir a alcateia… — ele grunhiu entre estocadas brutais — vou fazer de você minha Luna. Zara uivou dentro de mim, feliz: “Ele é nosso companheiro. Deixa ele te marcar.” Eu acreditei, com o corpo tremendo de prazer, eu o abracei forte e deixei que ele me enchesse inteira. Orion gozou com um rosnado baixo, quente, pulsando fundo dentro de mim enquanto me beijava com desespero.






