A porta pesada fechou-se com um baque abafado, cortando o uivo do vento gelado e os ecos distantes dos guerreiros que recuavam na neve. O silêncio que despencou sobre o quarto foi pesado, quase palpável, preenchido apenas pelo som da minha própria respiração desregulada e pelo estalar abafado das brasas que ainda restavam na lareira.
Eu fiquei ali, parada no meio do piso de pedra, com os braços cruzados sobre o peito, sentindo a pele ainda formigar de um jeito estranho. A ponta dos meus ded