Chegar à Montserrat Enterprises numa manhã de céu claro e mente confusa já era por si só um desafio emocional. Eu mal havia conseguido dormir. Meus olhos ainda ardiam, mas o café ajudava a manter o corpo em pé — e o coração no modo silencioso.
Mas nada — absolutamente nada — me prepararia para a criatura que me aguardava logo na entrada da empresa.
Um homem alto, de sorriso lascivo e terno milimetricamente alinhado se aproximou como se estivéssemos em um filme antigo — daqueles ruins, com rotei