Eu sabia que Savannah faria perguntas. Ela sempre fazia.
Enquanto caminhava pelo galpão, analisando cada detalhe, eu percebia que sua mente trabalhava a mil por hora, processando tudo o que via. Seus olhos dançavam entre os monitores, os relatórios sobre as mesas, as conversas entre os funcionários.
— Como você manteve isso em segredo? — ela perguntou, sem tirar os olhos de um gráfico detalhado na tela à sua frente.
— Não foi fácil — admiti, parando ao lado dela. — Mas meu pai não presta