O silêncio que se seguiu às palavras de Lorenzo foi estraçalhado por um som agudo de algo caindo.
— Que cena patética! — A voz de Paola chicoteou o ar.
Ela estava parada na entrada da cozinha, o rosto retorcido em uma máscara de fúria e choque. A taça de vinho que ela segurava jazia em pedaços no chão.
— Então é assim, Lorenzo? — ela gritou, aproximando-se com os saltos estalando no mármore. — Você me ignora a noite toda para dar "primeiros socorros" para essa... essa criadinha? Você a beijou!