Ela não me dá descanso. Sua língua é totalmente cruel, lambendo as veias inchadas da minha base até a ponta e seus dentes roçam na cabeça sempre que ela sobe. Mais um pouco de cera quente é derramado em mim, dessa vez nas minhas coxas que já estão tensas e agora parecem duas hastes de ferro.
— Eu vou foder você. — ameaço entre os dentes — Eu vou foder você com força quando eu sair daqui. Você nem vai conseguir andar amanhã. Aaah, porra.
Meu saco se encolhe quando ela passa a massageá-lo com sua