O telefone foi atendido rapidamente. Bruno, chorando e gritando, disse:
- Pai, socorro! Nicolas quer me matar.
- O quê? - Emanuel, do outro lado da linha, ficou chocado. - Henrique falhou? Nicolas não está morto? Como é possível?
Então, Nicolas pegou o telefone:
- Tio, me desculpe. Eu o decepcionei.
Houve um momento de silêncio do outro lado da linha, e então, Emanuel falou:
- Nicolas, eu subestimei você. Não pensei que pudesse escapar das mãos de Henrique.
Nicolas respondeu:
- Há muitas coisas