A boca de Mário estava cheia do sabor metálico do sangue, enquanto pensava no rosto de Clara e em seu corpo, sentindo-se fervendo por dentro.
Mas aquele membro não voltaria a se endurecer, essa sensação de fervor contrastava vividamente com a morte daquele órgão.
Ele rugiu de raiva, derrubando tudo sobre a mesa.
Ele estava na Mansão da Silva, e Sofia, ao ouvir o barulho, entrou.
- Irmão, você está bem?
Mário riu friamente, com olhos sombrios.
- Eu preciso ter Clara, humilhá-la até a morte de vár