— N-não tem nada a ver. Foi apenas coincidência. Para início de conversa, nem fui eu que o escolhi.
— Mas foi quem contratou, certo? — reforçou a loira — porque até o ponto que eu sei, você poderia tê-lo vetado e o Rh mandaria outro — ela lambeu os dedos que se melaram um pouco com mel.
Hanna encarou a amiga por alguns instantes enquanto sentia o rosto ardendo e apontava para si mesmo, vasculhando na mente as razões para ter dito sim, ao loiro que era agora seu segurança particular e motorista.