Ela vai me perdoar...
Ele estava prestes a abocanhar o seu sanduíche que fizera com tanto capricho, quando a campainha do seu pequeno apartamento soou. Franziu o cenho zangado e decidiu ignorar, trabalhara como um fodido o dia todo, nem almoçado tivera e agora que tinha paz alguém tentava usurpar? Não mesmo!
Ele fingiu que não tinha ninguém, mas o barulho irritante continuou quebrando aquela magia de morder seu precioso…
Bufou, e jogando a franja ruiva meio de lado, gritou:
— Já vou, cacete! Isso não dá leite pra fi