Julieta respirava entrecortadamente, tentando controlar o medo que a invadia. Não sabia o que havia acontecido com Isabel, mas temia o pior. A preocupação por sua amiga se misturava com o horror por sua própria situação. Olhou para um dos homens que a vigiavam e tentou fazer contato visual, buscando algum vestígio de humanidade.
—Preciso ficar sozinha —pediu, esperando alguma resposta compreensiva— vão embora.
—Não conte com isso, bonequinha —o homem mal levantou o olhar antes de responder com