A tarde estava mais quieta do que o normal. Os meninos tinham inventado um jogo de “explorar o castelo” no andar de cima, e, pela primeira vez em dias, a sala debaixo estava vazia.
Alya estranhou quando percebeu que não ouvia o passo pesado de Paolo pelo corredor, nem o som de voz masculina se misturando às crianças. Passou pela porta do pequeno escritório da casa e viu a porta encostada.
Pensou em bater, mas se conteve. Ele também precisava de espaço, de tempo pra colocar o mundo dele em orde