Alya passou o resto daquele dia com a sensação de estar meio fora do próprio corpo. O “sim” já tinha sido dito, o anel estava firme no dedo, os meninos tinham comemorado tanto que parecia festa pronta.
Mas, quando a casa sossegou, quando o barulho deles se misturou ao canto distante dos grilos, foi que a realidade bateu com mais força.
Ela estava no quarto, sentada na beira da cama. A luz do abajur jogava um brilho amarelado na parede, deixando tudo mais íntimo. Alya ergueu a mão, observando o