A rotina já tinha virado quase automática… trabalho, casa, filhos, contas, preocupação. Mas, naquela tarde, Alya parou um pouco mais tempo em frente ao espelho.
Vestido simples, mas bonito. Maquiagem leve, só pra esconder um pouco o cansaço. Batom discreto. Cabelo solto, caindo pelos ombros como não fazia há muito tempo.
No quarto, os trigêmeos a observavam como se estivessem diante de um fenômeno raro. Ravi foi o primeiro a falar, agarrado à barra do vestido dela.
— Por que a mamãe está bonita