A estrada estava quase vazia. O sol começava a nascer atrás das montanhas, tingindo o céu de cinza e dourado. Alya, com a cabeça apoiada no vidro, lutava contra o cansaço. O silêncio era o único acordo que restava entre eles.
Paolo mantinha as mãos firmes no volante, os olhos atentos ao asfalto. Parecia tranquilo, mas cada músculo do corpo dele vibrava numa tensão invisível.
— A gente devia parar um pouco. — Alya sugeriu — Você está exausto.
— Falta pouco pra chegarmos numa área com mais