No silêncio da noite, fui acordada por gritos e soluços angustiantes.
Ainda tentando entender o que estava acontecendo, ouvi a porta do meu quarto ser escancarada com violência.
Renata invadiu o quarto, chorando descontroladamente. Antes que eu pudesse reagir, senti a mão dela estalar contra meu rosto, uma, duas, várias vezes.
— Como você teve coragem de fazer isso? Já não bastava machucá-la de dia, agora quer matar a Isabela também? — Renata se jogou no colo do meu pai, soluçando, enquanto grit