― Deirdre? O que há de errado? Eles terminaram de limpar o quarto. Vamos entrar ― disse Glenna.
Deirdre voltou a si, mas suas pupilas estavam ligeiramente contraídas. Ela preferia acreditar que seus ouvidos estavam pregando uma peça nela. Afinal, havia muitas pessoas ali, então havia uma grande chance de ela ter ouvido mal. Além disso, havia também a possibilidade de ela estar sendo paranoica e sensível.
Além dessas duas razões, ela não conseguiu encontrar nenhuma outra desculpa para explicar