A chuva ainda caía incessante, um lembrete constante de que o mundo lá fora era implacável. Naquela manhã, Kiara acordou cedo, mas não havia paz em seus pensamentos. Ela ficou parada diante da janela do quarto, observando as gotas que escorriam como lágrimas, e sentiu uma familiaridade opressiva. Estava vivendo novamente no limite, onde cada som era suspeito e cada sombra parecia trazer um perigo iminente.
A mansão, outrora um refúgio, agora parecia uma prisão luxuosa. Apesar de toda a seguranç