Minha mão direita, que estava armada no ar, congelou no mesmo milésimo de segundo em que a última palavra saiu da boca dela.
O quarto mergulhou em um silêncio sepulcral, quebrado apenas pela minha respiração pesada e descompassada. Olhei para Beatrice atravessada nas minhas pernas. O peito dela subia e descia rapidamente, os olhos castanhos arregalados, injetados de puro pânico e desafio. Ela não estava blefando. Dava para ver na rigidez do corpo dela, no suor frio que brotava na sua testa e, p