O silêncio das madrugadas na mansão já não carrega mais a frieza de um quartel-general. O visor do relógio digital marca pouco mais de três da manhã, e o único som que preenche o corredor da ala residencial é a ressonância compassada e suave que vem do quarto ao lado.
Caminho descalço pelo tapete escuro, com as mãos afundadas nos bolsos da calça de moletom, parando por alguns segundos diante da porta semiaberta do berçário. Sob a luz fraca de uma luminária em formato de estrela, observo Matteo