O silêncio que se seguiu foi sufocante. Ele não negou. Nem tentou se defender. Apenas me olhou como se o chão estivesse desmoronando sob seus pés.
Eu passei por ele sem olhar para trás. Meu coração estava despedaçado, mas pela primeira vez, eu enxergava a verdade. E ela doía mais do que qualquer tapa.
Meu pai me puxou novamente, fechou os olhos por um segundo, aliviado, e então se virou para os policiais.
— Eu não teria conseguido sem vocês. Agradeço o trabalho impecável.
Fiquei em silê