DOMINICK
O telefone continuava tocando.
E Hugo não atendia.
Meu maxilar se contraiu, minha mente girando rápido. Algo estava errado.
Muito errado.
Andei de um lado para o outro, os dedos apertando o celular.
— Vamos, Hugo. — murmurei, os dentes cerrados. — Atende, caralho!
Nada.
Só silêncio.
Minha respiração estava ficando irregular. Essa porra não tava certa.
Foi quando Jade apareceu na porta.
Ela estava de camisola, os cabelos soltos caindo sobre os ombros. Ela me olhava