TARYN
A sensação de estar sendo observada cresce, não como medo imediato, mas como um incômodo constante, uma presença que não se revela.
Meu pé prende numa raiz.
O mundo inclina.
Caio.
O impacto arranca um som seco do meu peito. A dor explode no tornozelo, quente, pulsante, e eu não consigo conter o gemido que escapa. Tento me mover, apoiar o peso, mas o corpo protesta com uma intensidade que me faz fechar os olhos por um instante longo demais.
— Não… — murmuro, mais para mim do que para qualq