( Amber Petrova )
— Senhorita, precisa se acalmar. Seus familiares já estão a caminho!
— EU QUERO MEU BEBÊ! MEU BEBÊ!
Onde ele está? Cadê ele?
— Eu não o sinto. Não o sinto...
Andava pelo quarto desgovernada, apalpando minha barriga com a sensação estranha do vazio dentro de mim. Por muito tempo não estive tão sozinha daquele jeito, há meses eu abrigava meu filho aqui dentro e agora não tinha nada.
Meu Deus, como isso é agoniante.
— Sente-se, ficará tudo bem! — Pediu a doutora, com outro médic