Jinx estava de costas para a porta, mexendo distraidamente na panela onde o café borbulhava, enquanto o cheiro do pão tostado se espalhava pelo ar. O sol entrava pelas cortinas da cozinha, pintando o azulejo de tons dourados.
Sentiu braços firmes envolverem sua cintura e um beijo quente roçar sua nuca.
— Bom dia… — murmurou Eduardo contra sua pele, com a voz grave ainda carregando traços de sono.
Jinx sorriu, apoiando uma das mãos sobre a dele, sem se virar.
— Bom dia, amor.
Ele aproveitou para