LEAH HAMPTON
Mãe.
Não foi um erro de pronúncia. Não foi um balbucio confuso, mas não tive tempo de processar a magnitude daquilo.
Mark estava sangrando. Ele estava com dor. E ele tinha me escolhido como seu socorro.
Puxei-o do chão ignorando o sangue que manchava minha camiseta branca favorita. Ele enterrou o rosto no meu pescoço, soluçando, o corpinho quente tremendo contra o meu.
— Markus, cadê a maleta de primeiros socorros?
— Eu levo, vai para o banheiro da suíte.
Carreguei Ma