ELIZABETH WINTER
Horas se passaram, ou talvez apenas minutos. O importante é que nos encontramos entrelaçados, nus, sob os lençóis amassados, com nossa pele quente e úmida roçando uma na outra. Alex estava deitado de barriga para cima, meu corpo pressionado contra o lado dele, meu braço atravessado em seu peito. Ele estava passando os dedos pela minha coluna em movimentos lentos e repetitivos.
— Isso é bom — ele murmurou, com a voz rouca.
— Sim — eu suspirei, beijando seu ombro. — Isso é muito,