ELIZABETH WINTER
Arrastei Alexander para a pista de dança.
A batida fazia meu peito vibrar em um ritmo que combinava com meu coração. A fumaça da máquina de gelo seco era uma névoa em meus olhos, as luzes azuis e vermelhas faziam tudo parecer um sonho.
Mas Alex estava rígido como uma estátua, com um olhar de puro sofrimento em seu rosto.
Ah, não. De jeito nenhum.
— Relaxe, Hampton! — gritei, rindo e comecei a dançar para ele.
Deixei a batida tomar conta. Me movi, deixando meus quadris bala