Anna
Havia uma claridade pálida que mal atravessava as cortinas do quarto de hóspedes. Acordei cedo, com o corpo ainda carregado pelo sonho ou seria realidade? Os gemidos que eu mesma havia emitido, o nome dele escapando dos meus lábios no auge do prazer e depois… a voz dele no corredor: “Anna”.
A lembrança me atingiu como um choque frio. Sentei-me na cama, com o coração acelerado, tentando me convencer de que havia sido imaginação; um sonho dentro do sonho ou um eco da minha própria mente exc