Cap.81
O silêncio no banheiro reluzente era pesado, carregado pelo cheiro de desinfetante e pelo perfume de um homem de quase dois metros que me trata como se eu fosse algo frágil e fácil de quebrar.
Meus músculos doíam da esfrega constante e dos vários banheiros que fui colocada para lavar, mas era uma dor anestesiada pela visão de Adon, de costas para mim, enxaguando o rodo com uma eficiência absurda e, de alguma forma, profundamente atraente.
A camisa de seda, agora manchada de umidade nos