Said, em seu escritório, sentiu uma pontada no coração sem entender o que estava acontecendo, pois ele nunca tinha sentido nada parecido.
Não acreditava em pressentimentos, mas estava angustiado, sentindo falta de ar. Teve que se sentar na cadeira para se recuperar. Chamou a secretária, a qual se chamava Silvana, pedindo água com açúcar; e quando ela chegou, percebeu que ele estava pálido.
— Senhor, está tudo bem?
— Não sei porque, mas me deu uma tontura. Acho que vou ter que sair