O carro deixou Helena diante da antiga casa dos Ferraz pouco depois das nove da noite.
A chuva havia parado, mas a rua continuava molhada. A fachada parecia ainda menor do que em sua memória. As janelas estavam fechadas, a pintura descascada e a placa de aluga-se pendurada no portão.
— Sua tia está aqui? — perguntou o motorista.
— Não sei.
Helena desceu com a bolsa e caminhou até a porta. Bateu duas vezes.
Ninguém respondeu.
Tentou a maçaneta. Estava destrancada.
A sala estava quase vazia. Não