No meio da madrugada, quando o silêncio do chalé era profundo e a lua lançava sombras alongadas pelos cômodos, Patrick cutucou Isabel suavemente. Ela gemeu baixinho, os olhos ainda cerrados, tentando se afundar mais no aconchego do colchão.
_ Isabel, acorda, ele sussurrou, a voz carinhosa, mas com uma urgência suave.
Ela resmungou algo ininteligível, tentando afastar a mão dele e virar para o lado.
_ Patrick... muito cedo... quero dormir...
Ele insistiu, beijando sua testa.
_ Eu sei, meu a