Marcus Straus
Quando despertei, depois de fazer muita força, relutei bastante para não me render e ir dormir com ela naquela cama.
Ela ali, entregue ao sono e eu aqui do outro lado da suíte, tentando controlar meus impulsos.
Senti uma coisa estranha, uma mistura de frio na barriga com seu lá o quê, pois queria muito passar a noite com ela, toma–lá para mim e assim nos perder um no outro. Até aqui, nunca tinha desejado dormir com ninguém, nunca tive essa necessidade, nunca vi a obrigatoriedade