“Ninguém foge do que cultivou. Algumas colheitas não gritam — cercam-te.”
Cássio fitava a grande porta de madeira talhada à sua frente. As figuras esculpidas nela eram antigas, agressivas — formas retorcidas que lembravam demônios em tormento. Havia algo profundamente perturbador naquela imagem, como um aviso silencioso.
A porta se abriu.
Um dos homens fez um gesto curto, ordenando que entrasse.
Ele hesitou por um segundo a mais do que devia. O empurrão veio discreto, porém firme, suficiente pa