Cássio deu um passo para trás, como se o chão tivesse cedido sob seus pés. O olhar foi, quase por reflexo, até a irmã — um emaranhado confuso de sentimentos atravessando-lhe o rosto.
— Não, Cássio… — Viviane implorou, a voz quebrada, o choro desordenado. — Você precisa acreditar em mim. Eu não o droguei. Eu juro. Eu não fiz isso.
O coração dele se apertou. Nunca foram muito próximos, mas ela ainda era sua irmã mais nova. Mimada, cruel muitas vezes — sim —, mas capaz de algo assim? A ideia parec