Helena saiu pelas portas do hospital, o sol refletia em sua pele como se quisesse lembrá-la de que o mundo ainda existia — e que havia vida além da dor.
O céu estava de um azul quase insolente, e o vento que soprava leve parecia acariciar-lhe o rosto como um consolo silencioso.
Fechou os olhos e respirou fundo. Pela primeira vez em muito tempo, sentiu o ar preencher-lhe os pulmões completamente, sem as amarras de uma vida que já não era sua.
Seria aquele o primeiro sopro da liberdade?
O celula