Vendo que Sabrina ainda estava acobardada debaixo do cobertor como uma avestruz e se recusou a sair, o homem a pescou do cobertor, depois a examinou de cima para baixo com seus olhos, e então disse: "Não saia da cama hoje". Descanse bem. A empregada lhe trará suas refeições".
Sabrina não disse nada.
"Você me ouve?", disse-lhe o homem novamente em tom frio.
O tom foi como se fosse uma ordem.
Uma ordem que não permite que ela refute.
"Eu... ouvi-o". Ela estava à sua mercê de qualquer manei