MARIANA NARRANDO.
Subi para o quarto e joguei aquele contrato em cima da cama, uma parte de mim acha essa ideia uma ofensa, porém, outra parte de mim sabe que essa é a minha única saída no momento.
— E agora meu Deus, o que eu faço? Eu não tenho ninguém.
Se eu não aceitar vou ir embora e morar na rua.. eu não tenho outra opção a não ser aceitar. Estou a ponto de ficar louca, começo a andar de um lado para o outro, com as mãos no cabelo e essa dúvida que me machucava por dentro ficou comigo o d